Com certeza a maior prova de amor. Prestem atenção a esta história:
Um homem de idade já bem avançada veio à clínica onde trabalho para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso e, enquanto o tratava, perguntei-lhe qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá. Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado.
Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.
- Não! – ele disse. – Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.
Estranhando, lhe perguntei:
- Mas, se ela já não sabe quem o senhor é, por que essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?
Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse:
- É. Ela não sabe quem eu sou, mas eu, contudo, sei muito bem quem é ela.
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei: “essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida”.
“O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico. O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e… do que já não é…”
Ontem, resolvi assistir ao filme “O Curioso Caso de Benjamin Button.Não é lançamento, mas ainda não tinha assistido. Este filme conta a história de Benjamin Button, que nasceu velho e morreu como um bebê.
Esta história me fez pensar muito a respeito da minha vida e das minhas escolhas pessoais e profissionais. A mensagem principal do filme é nunca desistir dos seus sonhos e de quem você é. Se puder começar tudo de novo para encontrar a felicidade, então faça isso. Muito lindo mesmo!
Um texto bonito que Button diz sobre a vida e que comoveu muito é o seguinte:
“Para as coisas importantes, nunca é tarde demais ou, no meu caso, muito cedo, para sermos quem queremos. Não há um limite de tempo, comece quando quiser. Você pode mudar ou não. Não há regras. Podemos fazer o melhor ou o pior. Espero que você faça o melhor. Espero que veja as coisas que a assustam. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com diferentes opiniões. Espero que viva uma vida da qual se orgulhe. Se você achar que não tem, espero que tenha a força para começar novamente”. – Benjamin Button
Vejam abaixo a sinopse oficial do filme:
Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.
A empresa Sancion Angel é a primeira marca brasileira a lançar os esmaltes holográficos! São 12 esmaltes na coleção que estarão à venda. Vejam abaixo algumas cores:


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Uma coisa que eu adoro é saber o porquê das coisas. Por isso, resolvi inaugurar esta seção: Como Fazíamos sem…
Resolvi começar com um detalhe básico de toda mulher: o absorvente. Vejam como as nossas ancestrais faziam antes do absorvente ser inventado:
Na Roma Antiga, as mulheres enfiavam pequenos chumaços de lã no interior da vagina para conter o fluxo menstrual. Em algumas tribos da África, usavam rolinhos de grama. As gregas revestiam ripas de madeira com várias camadas de retalho. Já as japonesas se viravam confeccionando canudinhos de papel. Na Indonésia, fibras vegetais eram usadas na tentativa de absorver o fluxo, ao passo que, no Egito, canutilhos de papiro faziam as vezes de absorvente higiênico. Todas essas invenções eram intravaginais – por isso, era melhor deixar um pedacinho para fora, para facilitar a retirada (o ancestral do OB).
Registros arqueológicos mostram que, desde o século 15 a.C, as mulheres já pensavam em alguma espécie de proteção para aqueles dias. Mas uma das referências mais conhecidas acerca do assunto é encontrada nos escritos deixados pelo grego Hipócrates, mencionando expressamente a utilização de protetores intravaginais entre suas contemporâneas – ele viveu de 460 a 370 a.C.
Durante toda a Idade Média, uma opção eram as toalhinhas higiênicas, feitas de qualquer resto de tecido – não raro, elas levavam ao surgimento de coceiras, assaduras e irritações no corpo. De todo modo, qualquer coisa devia ser melhor do que o isolamento a que as mulheres de diversas tribos indígenas eram submetidas: elas ficavam longe dos olhos dos outros, sentadas numa espécie de ninho, que absorvia o sangue (Affe!! Fala sério!!).
Só no século 19, têm início pesquisas voltadas ao desenvolvimento de apetrechos mais funcionais. Em 1933, o absorvente interno foi patenteado, mas a novidade só chegou ao Brasil 40 anos depois. Por outro lado, toalhas descartáveis já ocupavam as prateleiras desde o fim da Primeira Guerra. Algumas tinham o formato de uma calcinha, ficando presas à cintura, enquanto outras eram presas com alfinetes. Os absorventes com fita adesiva chegaram em 1970.
CRÉDITO: Aventuras na História
Já imaginaram como elas sofriam, gente? Não poder sair de casa só porque estavam menstruadas! Ainda bem que vivemos nesta época!!
A marca Brass Monki lançou vários tênis especialmente para os geeks. Os modelos são personalizados com personagens de games, desenhos animados, filmes, entre outros. Os valores são meio “salgadinhos”, mas, para quem é fã, vale a pena. Muito fofos, né?
Os calçados são pintados um a um e a previsão de entrega é de até 3 meses.
Vejam abaixo alguns modelos:

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