30
set
Regras para Comprar Lingerie

Vocês sabiam que existem regras para escolher uma lingerie? Vejam abaixo as dicas:

Conforto é palavra-chave

A boa lingerie não é só a que se molda ao seu corpo, mas a que combina com a sua personalidade. Se não faz o tipo gostosona, por exemplo, certamente não se sentirá confortável em um modelo fio dental, transparente ou de oncinha. E, se não está confortável, não transparecerá sua beleza e sua sensualidade.

Alça de sutiã aparecendo? Cuidado!

As alças de sutiã só podem ficar à mostra se compuserem o look. Podem aparecer, basicamente, as coloridas, que deixam o visual divertido – e sempre num contexto onde fazem sentido, ou seja, numa produção toda alegre. Mesmo as de silicone devem ficar escondidas sob a roupa e ter a mesma espessura das alças da blusa.

Todo cuidado é pouco na hora de usar roupas claras ou tecidos leves. Nada de combinar aquele vestido branco com lingerie preta ou escolher um sutiã branco para vestir blusas mais fininhas.

Quilinhos extras pedem cuidados especiais

Tangas são indicadas para donas de bumbuns pequenos e pouco quadril. Mulheres com ancas largas ficam melhor com modelos igualmente amplos. Isso porque as laterais finas das tangas marcam a pele e formam dobras na pele.

Lingerie boa não marca a pele

Se a lingerie aperta sua pele e forma dobrinhas, o tamanho está errado. É importante também procurar peças com costuras mais suaves para não que nada fique marcado em sua roupa. Ninguém quer destacar aquelas dobrinhas nem um pouco desejáveis!

CRÉDITO: M de Mulher

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29
set
“Goonies 2″ já tem roteiro

Josh Brolin confirmou que já tem um roteiro em andamento para a sequência de Os Goonies. A continuação do longa original, produzido por Steven Spielberg e no qual Brolin interpretou Brandon Walsh, estava prometida há anos.

Porém, o ator reiterou que não há planos no momento para começar a produção. “Eu vi Steven Spielberg na rua e perguntei sobre a possibilidade (da sequência)”, disse ele ao Starpulse.

“Ele me disse que tem um roteiro, sim, mas nenhum plano de fazer a sequência de Os Goonies neste minuto”, completou. Brolin também admitiu que se limita a fazer piadas sobre o filme porque os jornalistas levam muito a sério.

“Outro dia cheguei aos entrevistadores e disse, ‘Nós estamos todos planejando a sequência e eu estou me encontrando com Meryl Streep para discutir o assunto’, e no dia seguinte vi isso na imprensa como notícia exclusiva”, disse ele.

Neste mês de novembro, Os Goonies vai ganhar uma edição mais do que especial pelos seus 25 anos, remasterizada em DVD e Blu-ray, pelos 25 anos do seu lançamento, com inúmero extras. Entre eles, comentários do diretor e dos sete atores, making of, videoclipe de Cyndi Lauper, cards de storyboards e uma revista de 1985 com material de bastidores.

CRÉDITO: Vírgula

Só espero que não seja remake!!

Vejam abaixo uma foto recente do elenco:

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28
set
Os Melhores Lugares para Morrer

Onde ficam os melhores lugares para morrer (aff!!!)? Bom, vejam esta listinha que a Superinteressante fez 8-O :

TANA TORAJA, INDONÉSIAPara morrer e continuar na balada

Esta é para os festeiros. Quando alguém da tribo toraja morre, sua família reúne centenas de parentes e amigos por 3 dias num banquete para o qual mais de 100 porcos e 20 búfalos são sacrificados. Eles acreditam que o espírito irá ao céu montado nos búfalos – se o animal for albino, que custa o mesmo que um carro popular, chegará ainda mais rápido. Depois do funeral, o cadáver é deixado exposto à visitação em cavernas ou pendurado em penhascos, onde recebe oferendas, de cigarros a ventiladores – para não sentir calor na próxima vida. O detalhe é que poucas famílias têm dinheiro para bancar na hora a festança; portanto, o defunto precisa passar meses, às vezes anos, deitado na cama esperando pelo funeral. Enquanto isso, é tratado como vivo. Haja formol.

TIBETE – Para ir direto para o Céu

É um lugar dos mais bonitos para você morrer, desde que não se importe em ser comido por abutres. Na tradição tibetana, o corpo, já em decomposição há 3 dias, é deixado nu ao nascer do sol sobre o topo de uma rocha onde “coveiros” separam a carne dos ossos. A carne é picada bem pequenininha e os ossos, triturados com uma marreta. Rapidamente pássaros surgem para não deixar sobrar nenhum naco (a não ser o crânio, que alguns usam como caneca para tomar chá). Os chineses chegaram a proibir a cerimônia nos anos 60 – achavam bárbaro demais. Mas depois liberaram – para os tibetanos, ela é um ato de generosidade essencial: você abre mão de sua carcaça sem espírito para alimentar seres vivos e, de quebra, acumula bom carma. Mas a origem desse funeral pode estar num fato bem menos espiritual: naquelas altitudes, árvores são escassas demais para ser gastas em crematórios, e o chão rochoso não permite enterrar o corpo. Pelo menos é uma garantia de ir para o céu, ainda que em bico de urubu.

VARANASI, ÍNDIA – Para se livrar do ciclo da reencarnação

Quando sentem a morte chamar, hindus velhos ou doentes peregrinam até essa cidade fundada há 5 mil anos às margens do rio Ganges pelo deus Shiva e esperam em hospedarias pela morte. Cremar o corpo com os devidos rituais garante que o espírito saia da carne. Mas, se isso for feito em Varanasi e as cinzas forem jogadas no rio sagrado, Shiva vai cantar no pé do ouvido do defunto, libertando-o também do sofrimento do samsara, o ciclo eterno de nascimento, morte e reencarnação. Claro, se estiver demorando muito para morrer, uma dose diária da água do Ganges pode dar uma mãozinha – a alma é purificada e o corpo, atacado pelo 1,5 milhão de coliformes fecais por 100 ml, 600 vezes mais que o limite para a água ser considerada potável. É tiro e queda. Como resultado, mais de 100 corpos queimados ao ar livre por dia no crematório mais popular da cidade, cercados por seus familiares – e por legiões de turistas.

SUÍÇA – Para morrer com assistência médica

Somente na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo a eutanásia ativa é legalizada – ou seja, só lá médicos podem receitar e administrar drogas para terminar a vida de pacientes em sofrimento. Mas, mesmo que ela seja ilegal na Suíça, o país virou um destino de turismo para doentes terminais. Desde 1941 sua lei permite o suicídio assistido – isto é, o médico pode receitar drogas letais, mas quem tem que aplicá-las é o paciente. Até aí, outros lugares, como os estados americanos de Oregon, Montana e Washington, também permitem. Mas na Suíça a lei vale também para estrangeiros, mesmo que em seu país de origem a cumplicidade em suicídios seja crime. O resultado é o turismo suicida: a clínica Dignitas, localizada num bairro residencial de Zurique, oferece doses de barbitúricos por US$ 6 500. A fila de espera para morrer tem centenas de estrangeiros, a maior parte da Alemanha e do Reino Unido.

DZERZHINSK, RÚSSIA – Para morrer intoxicado

Um quarto dos moradores desse antigo centro secreto de produção de armas químicas da URSS continua trabalhando em fábricas que produzem elementos tóxicos a 400 quilômetros de Moscou. Até 1998, 300 mil toneladas de lixo químico eram jogadas todo ano no solo, que permanece hoje contaminado por metais pesados. O resultado é uma expectativa de vida de apenas 45 anos (27 abaixo da média russa e 28 menos que a brasileira) e uma taxa de mortalidade 260% maior que a de natalidade. Não muito melhor é a também russa Norilsk. A cidade, na Sibéria, tem hoje o maior complexo metalúrgico do mundo, que libera no ar 4 milhões de toneladas anuais de cádmio, chumbo, arsênico, selênio e zinco.

CIUDAD JUAREZ, MÉXICO – Para ser assassinado

É o lugar mais perigoso do mundo fora das zonas de guerra. Cravada na fronteira do México com o Texas, Ciudad Juarez é a torneira de cocaína dos EUA. É que sua vizinha texana, a cidade de El Paso, funciona como um rodoanel nacional: várias estradas importantes dos EUA se encontram por ali, o que facilita a distribuição do pó. Um cartel dominou o tráfico ali por 20 anos. O monopólio deixava as coisas em paz. Só que há dois anos uma gangue rival começou uma batalha para destronar o cartel. O governo reagiu e declarou guerra ao tráfico. Aí sobrou para todo mundo: foram 2 660 mortos em 2009 – contra 2 412 civis mortos no Afeganistão no mesmo ano, o mais mortal desde a invasão da Otan. Isso dá uma taxa de mortalidade de 204 pessoas para cada 100 mil habitantes. No Rio, foram 34 no mesmo ano. Em São Paulo, 11. Mas temos que fazer um mea-culpa: provavelmente qualquer cidade da Somália é mais violenta que essa, já que o país vive numa anarquia generalizada. Mas, se alguém foi lá tentar levantar dados, não voltou vivo.

E aí? Gostaram das sugestões??? Já escolheram onde vocês querem morrer?? 8-O

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26
set
Como Fazíamos Sem… Sabão, Chuveiro ou Xampu?

Hoje em dia, a coisa mais básica para nós é tomar banho de chuveiro  com um sabonete cheiroso e lavar os cabelos com um xampu próprio para eles. Mas como fazíamos sem sabão, chuveiro ou xampu?

Desde sempre nós tivemos alguma forma de higiene pessoal. Os egípcios, por exemplo, tomavam três banhos por dia. Os gregos e os romanos são famosos pelos banhos públicos. Mas, sem os apetrechos de que dispomos hoje, os povos antigos improvisavam.

Bucha para macho

O strigil era uma espátula de ferro de cerca de 30 centímetros usada pelos antigos gregos e romanos para esfregar a pele. Antes disso, eles untavam-se com um óleo. Entre os mais abastados, essa limpeza era feita por escravos.

Banho de jarrinha

Sabe o famoso banho de canequinha? Ele era prática entre povos antigos, que não tinham rede encanada. A água vinha de bacias e jarros. Às vezes, a pessoa ficava dentro de uma banheira de pedra, mas era comum se inclinar sobre um banco.

Sabão animal

Era feito de gordura animal fervida com cinzas vegetais o sabonete dos babilônios – eles passavam isso na pele e nos cabelos. No Egito, usava-se uma mistura de bicarbonato de sódio, cinzas e argila.

Pedra-sabão

Materiais ásperos feitos de pedra ou cerâmica eram (e ainda são) usados no Oriente para esfoliar a pele e arrancar o cascão. Para dar o “acabamento”, água de flor de laranjeira, pentes, pastas e perfumes.

Limpeza portátil

As banheiras se popularizaram no fim do século 19 entre os ingleses. As camareiras carregavam a banheira portátil para o quarto do fidalgo e a enchiam com água aquecida antes do banho do patrão.

CRÉDITO: Aventuras na História

Nossa, por isso que muitas civilizações não gostavam de tomar banho! Quanta mão-de-obra!!! :-o

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23
set
Primavera

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto extraído do livro “Cecília Meireles – Obra em Prosa – Volume 1″, Editora Nova Fronteira – Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

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